segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Viva la Vida!!!!


Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

R E C O M E Ç A R


...você tem sonhos e por um momento, sente-se obrigado a interrompê-los pra

cuidar de outras obrigações...

mas uma hora sente que é o momento de

voltar atrás e realizá-los!

É um recomeço...

Você gosta de alguém,

já estiveram juntos, mas por algum(s) motivo(s) não deu certo...

as coisas mudam e vcs resolvem dar uma segunda chance ao amor...

Isso tb é um recomeço...

Você tem um emprego, é bem sucedido e valorizado no mercado, mas ainda

não está satisfeito pq não faz o que realmente ama e gostaria de fazer...

aquilo que vai lhe completar! Joga tudo para o alto e recomeça...

A vida é um recomeçar constante... talvez o recomeço seja

muito mais importante e decisivo que o início de tudo...

talvez esteja em cada

recomeço a sua chance de buscar a felicidade que um dia parecia escondida!

Não tem hora marcada, não tem data... tem apenas o momento que cada um acha

que é "aquele"... o mais importante... não importa o que as pessoas falam ou

o que o mundo pense...

o que vale é a sua atitude, a sua determinação, o seu objetivo!

(autor desconhecido)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

E S P E R A





A espera é a pior das sensações humanas...


Empurra-nos para o tédio, ansiedade, desespero...


Não tem posição física...podemos estar sentados no sofá, em pé numa fila, encostados a uma parede, o pé apoiado num degrau, caminhando na rua...


Não interessa porque a espera está aos nossos ombros, dorme conosco, levanta-se também de manhã, respira o nosso ar, consomenos durante o dia...


Não interessa também a sua forma. Podemos esperar pela casa nova, pelo tal telefonema, esperar à porta por alguém, esperar pelo melhor, pelo pior, esperar para ser atendido num qualquer balcão, esperar pelo momento certo, esperar para alcançar, esperar pelo inevitável.


A espera não tem duração.


Esperamos anos pelos sonhos, meses pela resposta positiva, semanas pelo resultado, dias para saber sim ou não, minutos para qualquer coisa importante ou não, como o tempo que demora a aqueçer a água para o chá.


Não interessa.


E mesmo que o que esperamos não tarde a chegar e seja o bom em vez do mau, é a espera, os momentos antes, que nos matam, que nos atiram a vida para os lados da inércia. É assim a espera, a vil espera.


ai ai...


terça-feira, 19 de agosto de 2008

V I D A


Para os erros há perdão;

Para os fracassos, chance;

Para os amores impossíveis, tempo...


Não deixe que a saudade sufoque,

que a rotina acomode,

que o medo impeça de tentar.


Desconfie do destino e acredite em você.


Gaste mais horas realizando que sonhando,

fazendo que planejando,

vivendo que esperando.


Porque, embora quem quase morre esteja vivo,

quem quase vive já morreu!

domingo, 17 de agosto de 2008

S O R T E

[Peguei o buquêêêêêê!!!!!!!!!! ehehehehehheheheh!!!!!!!]
Sorteeeeeee!!!!
TRADIÇÃO DO BUQUÊ:
Na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado referente. As ervas, de proteção (os alhos, por exemplo, eram usados para espantar os maus espíritos) e as flores, símbolos representando os sentimentos da noiva: a hera, símbolo de fidelidade; o lírio, símbolo da pureza; as rosas vermelhas, símbolo do amor; as violetas, símbolo da modéstia; não-te-esqueças-de-mim, símbolo do amor verdadeiro; flores de laranja, fertilidade e alegria ao casal. Todos os votos, ao final da cerimônia, eram concedidos pela noiva a quem conseguisse pegar o buquê lançado às cegas por ela, surgindo o costume de a noiva lançar o buquê.
Os primeiros buquês, porém, não eram de flores, e sim de ramos de ervas e alho, para trazer bons fluidos e a certeza da união duradoura. Essa tradição teve início na Grécia Antiga. Já em Roma, um buquê de ervas significava fidelidade e fertilidade. Ao longo do tempo, diferentes sociedades acrescentaram toques diversos ao buquê de noiva. Na Polônia, por exemplo, salpicava-se açúcar sobre o arranjo, para que o temperamento da noiva se mantivesse sempre doce.
Na história mais recente, as ervas deram lugar às flores.
No início, apenas uma. Depois vieram os maços, nos mais diversos tamanhos, muitas vezes acompanhados de um terço, de acordo com o gosto ou a crença de quem os carregava.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Q U E R O


Desse jeito vão saber de nós dois
Dessa nossa vida
E será uma maldade veloz
Malignas línguas
Nossos corpos não conseguem ter paz
Em uma distância
Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, ilegais

Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim...
Eu, quero você dentro de mim...
Eu, quero você em cima de mim...
Eu quero você!!!
(Vanessa da Mata-Ilegais)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

S I L Ê N C I O


A inveja produz profundas lesões na vida espiritual, tão séria a ponto de lançar os que a cultivam nas trevas eterna.

É um pecado que passa desapercebido pelos que estão próximos, mas, que consome a vida que a hospeda.

Quando criticamos alguém, quando diminuímos, ofendemos, quando temos necessidade de falar mal de alguém, provavelmente estamos nos sentindo inferiores a ele.

A inveja é a incapacidade de ver A LUZ DAS OUTRAS PESSOAS, A ALEGRIA, O BRILHO, A LUMINOSIDADE DE ALGUÉM.

De todas as características que são vulgares na natureza humana a inveja é a mais desgraçada;

o invejoso não só deseja provocar o infortúnio e o provoca sempre que pode fazer impunemente, como também se torna infeliz por causa da sua inveja.

Em vez de sentir prazer com o que possui, sofre com o que os outros têm.

Se puder, priva os outros das suas vantagens, o que para ele é tão desejável como assegurar as mesmas vantagens para si próprio.

Por que é que o médico deve ir ver os seus doentes de automóvel quando o operário vai para o seu trabalho a pé?

Por que é que o investigador científico pode passar os dias num quarto aquecido, quando os outros têm de expor-se à inclemência dos elementos?

Por que é que um homem que possui algum talento raro de grande importância para o mundo deve ser dispensado do penoso trabalho doméstico?

Para tais perguntas a inveja não encontra resposta.

Afortunadamente, porém, há na natureza humana um sentimento compensador, chamado admiração.

Todos os que desejm aumentar a felicidade humana devem procurar aumentar a admiração e diminuir a inveja.( Bertrand Russell, em 'A Conquista da Felicidade')


Inveja: tristeza pela felicidade alheia ou alegria pelo mal do outro?


A cada bela impressão que causamos, conquistamos um invejoso.

Evitamos a inveja se guardarmos as alegrias para nós próprios!!!


Inveja...

Eis um dos sentimentos mais torpes e difíceis de serem eliminados da alma humana.

Há certos pecados que se cometem por tristeza, como despeito e a inveja.

Inveja: Desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem.


Não grite alto sua felicidade...a Inveja pode ter o sono leve!Bem leve...

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

saudade já tem data marcada pra morrer


Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa. Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista. Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não... Amor é um exagero... também não.

Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação...

Esse negócio de amor, não sei explicar.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Arnaldo Jabor


...O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá...
(texto de Arnaldo Jabor)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Pedras no caminho??Guardo todas, um dia vou construir um castelo!


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um não.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

sábado, 19 de julho de 2008

Se estiver tudo errado, comece novamente!


Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

:)))) Feliz demais!!!!



O grande barato da vida é
Olhar pra trás e sentir orgulho da sua história.
Claro que a vida prega peças;
Mas pensa só:
Tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Devemos transformar tudo em boas experiências.

Chorar de dor, solidão e tristeza, faz parte do ser humano.
Ou nos conformamos com a falta de algumas coisas,
Ou não esforçamos para realizar todas as nossas loucuras..

Se eu fosse você..
Tentaria realizá-las;
Mas seja forte o suficiente para enfrentar os obstáculos;
Paciente para saber esperar o resultado;
E capaz de reconhecer seu esforço e ver que não foi em vão.

No final de cada jornada olhe pra trás e enxergue uma vida maravilhosa,
Cheia de alegrias,
Viagens,
Sorrisos,
Amores,
Paixões,
Beijos,
Abraços,
Amigos,
Conquistas.

Ao olhar pra trás veja que cometeu loucuras em certos momentos,
Mas que também tenha agido com consciência em outros.
Chore quando for preciso desabafar aquela agonia incontrolável.
Se sinta cansado, exausto de tanto pular, gritar, dançar e cantar.
E no fim da noite você pensa: VALEU A PENA!