
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Viva la Vida!!!!

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...
terça-feira, 9 de setembro de 2008
R E C O M E Ç A R

...você tem sonhos e por um momento, sente-se obrigado a interrompê-los pra
cuidar de outras obrigações...
mas uma hora sente que é o momento de
voltar atrás e realizá-los!
É um recomeço...
Você gosta de alguém,
já estiveram juntos, mas por algum(s) motivo(s) não deu certo...
as coisas mudam e vcs resolvem dar uma segunda chance ao amor...
Isso tb é um recomeço...
Você tem um emprego, é bem sucedido e valorizado no mercado, mas ainda
não está satisfeito pq não faz o que realmente ama e gostaria de fazer...
aquilo que vai lhe completar! Joga tudo para o alto e recomeça...
A vida é um recomeçar constante... talvez o recomeço seja
muito mais importante e decisivo que o início de tudo...
talvez esteja em cada
recomeço a sua chance de buscar a felicidade que um dia parecia escondida!
Não tem hora marcada, não tem data... tem apenas o momento que cada um acha
que é "aquele"... o mais importante... não importa o que as pessoas falam ou
o que o mundo pense...
o que vale é a sua atitude, a sua determinação, o seu objetivo!
(autor desconhecido)
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
E S P E R A

A espera é a pior das sensações humanas...
Empurra-nos para o tédio, ansiedade, desespero...
Não tem posição física...podemos estar sentados no sofá, em pé numa fila, encostados a uma parede, o pé apoiado num degrau, caminhando na rua...
Não interessa porque a espera está aos nossos ombros, dorme conosco, levanta-se também de manhã, respira o nosso ar, consomenos durante o dia...
Não interessa também a sua forma. Podemos esperar pela casa nova, pelo tal telefonema, esperar à porta por alguém, esperar pelo melhor, pelo pior, esperar para ser atendido num qualquer balcão, esperar pelo momento certo, esperar para alcançar, esperar pelo inevitável.
A espera não tem duração.
Esperamos anos pelos sonhos, meses pela resposta positiva, semanas pelo resultado, dias para saber sim ou não, minutos para qualquer coisa importante ou não, como o tempo que demora a aqueçer a água para o chá.
Não interessa.
E mesmo que o que esperamos não tarde a chegar e seja o bom em vez do mau, é a espera, os momentos antes, que nos matam, que nos atiram a vida para os lados da inércia. É assim a espera, a vil espera.
ai ai...
terça-feira, 19 de agosto de 2008
V I D A

domingo, 17 de agosto de 2008
S O R T E
Sorteeeeeee!!!!
TRADIÇÃO DO BUQUÊ:
Na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado referente. As ervas, de proteção (os alhos, por exemplo, eram usados para espantar os maus espíritos) e as flores, símbolos representando os sentimentos da noiva: a hera, símbolo de fidelidade; o lírio, símbolo da pureza; as rosas vermelhas, símbolo do amor; as violetas, símbolo da modéstia; não-te-esqueças-de-mim, símbolo do amor verdadeiro; flores de laranja, fertilidade e alegria ao casal. Todos os votos, ao final da cerimônia, eram concedidos pela noiva a quem conseguisse pegar o buquê lançado às cegas por ela, surgindo o costume de a noiva lançar o buquê.
Os primeiros buquês, porém, não eram de flores, e sim de ramos de ervas e alho, para trazer bons fluidos e a certeza da união duradoura. Essa tradição teve início na Grécia Antiga. Já em Roma, um buquê de ervas significava fidelidade e fertilidade. Ao longo do tempo, diferentes sociedades acrescentaram toques diversos ao buquê de noiva. Na Polônia, por exemplo, salpicava-se açúcar sobre o arranjo, para que o temperamento da noiva se mantivesse sempre doce.
Na história mais recente, as ervas deram lugar às flores.
No início, apenas uma. Depois vieram os maços, nos mais diversos tamanhos, muitas vezes acompanhados de um terço, de acordo com o gosto ou a crença de quem os carregava.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Q U E R O

Desse jeito vão saber de nós dois
Dessa nossa vida
E será uma maldade veloz
Malignas línguas
Nossos corpos não conseguem ter paz
Em uma distância
Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, ilegais
Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim...
Eu, quero você dentro de mim...
Eu, quero você em cima de mim...
Eu quero você!!!
(Vanessa da Mata-Ilegais)
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
S I L Ê N C I O

sexta-feira, 1 de agosto de 2008
saudade já tem data marcada pra morrer

quarta-feira, 23 de julho de 2008
Arnaldo Jabor

...O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá...
(texto de Arnaldo Jabor)
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Pedras no caminho??Guardo todas, um dia vou construir um castelo!

sábado, 19 de julho de 2008
Se estiver tudo errado, comece novamente!


Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
:)))) Feliz demais!!!!

O grande barato da vida é
Olhar pra trás e sentir orgulho da sua história.
Claro que a vida prega peças;
Mas pensa só:
Tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Devemos transformar tudo em boas experiências.
Chorar de dor, solidão e tristeza, faz parte do ser humano.
Ou nos conformamos com a falta de algumas coisas,
Ou não esforçamos para realizar todas as nossas loucuras..
Se eu fosse você..
Tentaria realizá-las;
Mas seja forte o suficiente para enfrentar os obstáculos;
Paciente para saber esperar o resultado;
E capaz de reconhecer seu esforço e ver que não foi em vão.
No final de cada jornada olhe pra trás e enxergue uma vida maravilhosa,
Cheia de alegrias,
Viagens,
Sorrisos,
Amores,
Paixões,
Beijos,
Abraços,
Amigos,
Conquistas.
Ao olhar pra trás veja que cometeu loucuras em certos momentos,
Mas que também tenha agido com consciência em outros.
Chore quando for preciso desabafar aquela agonia incontrolável.
Se sinta cansado, exausto de tanto pular, gritar, dançar e cantar.
E no fim da noite você pensa: VALEU A PENA!